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S  0d ^ `  X*  0h ^   Z*  0@ ^ `  Z*  Zvd޽h @ ?"  3380___PPT10.  Default Designg 0  /(  v  C NA4200px-Passe_esp%C3%ADrita6   00 z cO Passe(2<  0`p0  Segundo Jabob Melo(2(,  0H0  f 4 Encontro (2 0  Zvd޽h @ ?"  3380___PPT10.  0 (  p  0` Fadiga fludica: A transmisso dos fluidos espirituais no cansam e nem geram fadigas, muito pelo contrario, o ato da transmisso geralmente reconforta fluidicamente os passistas.(222 H  0޽h ? 33___PPT10i.`1+D=' = @B + 0 aYX(  X X 00 Y Mas, quando se trata de doao anmica ou magntica a fadiga fludica pode acontecer. A fadiga apesar das resistncias por reconhec-las, pode levar o passista a um estado de profundo abatimento, tanto fsico como psicolgico, com repercusses claramente observveis. (2 , H X 0޽h ? 3380___PPT10.106w 0 6.\(  \ \ 0lR04 .xSe aps uma sesso de passes e um com-portamento alimentar e repouso normal, amanhecermos com a sensao de  ressaca , com nsias, desgastes musuclares, dores nas articulaes, enxaquecas, amnsias, rouqui-do ou afonia, disritmias cardacas, cimbras, sonolncia excessiva, falta de apetite, ema-grecimento ou obesidade brusca, desarranjos gstricos generalizados, dificuldades urinarias e com o metabolismo dos aucares ou outros sintomas correlacionados, sinal de que houve um dispndio de fluidos alem do recomendado, tanto que o organismo no conseguiu se recompor.=(2= t"] 0 T H \ 0޽h ? 3380___PPT10.1Gw 0 1)`(  ` ` 0l'f )Essas sensaes tambm podero aparecer aps algumas semanas ou meses da pratica de passes em estado crescente. Vale registrar que na maioria dos casos, os exames clnicos e laboratoriais no indicam a origem dos males.(2, H ` 0޽h ? 3380___PPT10.1 pw` 0 d`(  d( d 00 zO controle da emisso fludica se adquire com a prtica. Para os iniciantes, entretanto, recomendamos nunca se aventurar a aplicar mais que cinco passes por sesso durante um determinado tempo  que pode variar de um a seis meses  at que adquira confiana na prtica e o reconhecimento seguro da origem dos fluidos.>(2>( >H d 0޽h ? 3380___PPT10.1pQ~w< 0 h<(  h h 00 <A recompensao energtica pode se dar de diversas maneiras, caso detectado a fadiga fludica. Todos os casos tem na prece e na confiana no auxilio espiritual um ponto primordial para uma recuperao mais rpida. Os casos mais simples so controlados com caminhadas ao ar livre, exerccios respiratrios, alimentao natural e repouso. Aqueles casos mais complicados devem contar, alm dos cuidados citados, com a ajuda de passes dispersivos e ingesto de gua fluidificada. Para aqueles mais graves ainda, dosagens complementares de soro, sendo a sob orientao mdica.=(2= & .H h 0޽h ? 3380___PPT10.1wwl 0 ll(  l4 l 00 lUma recomendao prtica de grande valor para quando o passista se sentir  sugado pelo paciente usar tcnicas dispersivas, em bastante profuso, pois isso tanto defende o paciente de eventuais mal estares aps o passe quanto protege o passista por predispo-lo a uma auto harmonizao a medida que age assim.7(27(& 1H l 0޽h ? 3380___PPT10.1βw 0 PHp(  p p 0d0 HAs dores dos pacientes: Sabemos pela experincia que h um bom nmero de passistas que aps o servio dos passes fica descompensado e, muitas vezes, sentido as dores, problemas ou as perturbaes do paciente..(2..&v NH p 0޽h ? 3380___PPT10.19w 0 0(t(  t t 0h[ (Para estes casos existem, no mnimo, trs explicaes sensatas: 1. O passista absorveu ou reteve certa quantidade de emanaes fludicas advindas do paciente quando o correto seria t-las dispersado. A falta que faz os dispersivos ao paciente, levando-o a sentir-se estranho a mesma que faz ao passista, tornando-o descompensado. Tanto assim que somente um passe dispersivo feito neste passista por outro e pode traz-lo de volta ao equilbrio.(2"&= wH t 0޽h ? 3380___PPT10.1 w 0 *"x(  x x 08ҋ[ "2. O passista doou fluidos em excesso. O passista doa em excesso quando ainda no adquiriu o controle de suas emisses fludicas. Importante lembrar que a lei dos fluidos uma lei de afinidade que atende aos padres da atrao e da repulso. Assim, uma fonte carente de energias tender a sugar fluidos da fonte doadora. Se a fonte no souber se precaver advir o esgotamento para o doador e a saturao para o receptor. A soluo do caso est em usar os dispersivos.(2" H x 0޽h ? 3380___PPT10.1 x 0 ;3 |(  | | 0݋ 33. O passista, facultado pelo semi-transe do passe, assimilou partes do campo fludico de alguma entidade que acompanhava o paciente. Neste caso a aproximao de um Esprito altera nossa estrutura de sintonia e vibrao, expondo-nos ao risco de assimilao de fluidos e sensaes que ele estaria sentindo. Apesar do fenmeno ter origem no fator medinico, o uso dos dispersivos pelo passista no paciente que est trazendo aquela companhia minimiza e at elimina os efeitos desse risco.(2" H | 0޽h ? 3380___PPT10.1r x_ 0 0_(  '  0 ySem duvida, o problema serio, grave e relativamente comum. A maioria dos passistas que passam por essa situao tem conseguido sair delas em curto espao de tempo, fazendo intercalao mais amide de concentraes fludicas com dispersivos e, ao final de cada passe onde isso ocorra, demorar-se mais um pouco nos dispersivos finais. Nos casos mais resistentes, recomendamos seja o passista submetido a um passe dispersivo ao final da sesso de passes com ingesto de gua fluidificada aps. Uma coisa entretanto parece vir sendo confirmada; a maioria dos passistas que fica nesta situao composta de grandes doadores magnticos.z(2z zH  0޽h ? 3380___PPT10.15x 0 @(  J  0VP >Inconvenientes de quem pra: Os centros vitais do passista, quando em ao magntica, entram em regime de usinagem fludica a fim de produzirem as energias vitais que sero doadas. Apesar dessa usinagem se dar nas estruturas do perisprito suas aes e repercusses convergem para as potencialidades do corpo somtico..?(2($(ZjP PH  0޽h ? 3380___PPT10.&28@-L 0 PL(    0T0 LAli e dali so elaborados e extrados os fluidos orgnicos para trabalhos magnticos. Ocorre que a prtica regular do magnetismo gera condicionamentos, ritmos, cadencia nessas usinagens. Depois de algum tempo, independente da ao consciente de doao de magnetismo, essas usinas entram em ao numa espcie de reflexo condicionado.M(2M(& H  0޽h ? 3380___PPT10.&2@\- 0 F>`(    00 >Por exemplo: se o passista j acostumou a aplicar passes magnticos todas as sextas feiras, quando ele pra repentinamente com sua tarefa, a cada sexta feira suas usinas entraro em ao elaborando fluidos para doao mesmo se ele no estiver fazendo aplicaes de passes. Como os fluidos da oriundos no so aplicados ou transferidos ocorre uma espcie de  congesto fludica especialmente nos centro usinadores com consequncias semelhantes a de uma tapagem de respiradouro.(2"@  /H  0޽h ? 3380___PPT10.&2qy-j 0 pj(  2  0V PO passista ento apresentar mal estares, desarmonias e incmodos de difcil definio. E com um agravante: os fluidos concentrados em torno dos centros usinadores geram grandes campos magnticos atraindo Espritos menos felizes que tendem a seu favorecem da fora magntica a localizada num processo muito parecido com a vampirizao.Q(2Q&@  H  0޽h ? 3380___PPT10.&2- 0  (  j  0`[  Por isso que para deixar de ser passista preciso escolher um caminho seguro para deixar de faz-lo. A maneira mais segura e garantida comear a quebrar o ritmo de usinagem. Ou seja, vai se reduzindo o nmero de aplicaes e a intensidade de usinagem gradativamente a cada sesso de passe, at o ponto que pararemos a atividade por completo com pouco repercusso de congestes fludicas.(2$@FH  0޽h ? 3380___PPT10.'2Y[Z 0 !(  y  00 Esta opo vlida quando podemos prever quando queremos ou seremos obrigados a parar. Uma outra opo deixar de ser passista e passar a ser paciente, especialmente de passes com tcnicas dispersivas.(2, H  0޽h ? 3380___PPT10.'2`ɃZ 0 (  J  0$ Quanto ao passe espiritual, aonde o passista no usina fluidos prprios, e resolve parar ou impedido de alguma forma de continuar o trabalho, ele sentir a falta da harmonia que o envolvia quando proporcionava a  cola psquica , resultado da variao de seu campo fludico, mas no sofrer maiores  prejuzos resultantes deste ato.O(2O( OH  0޽h ? 3380___PPT10.'2Z 0 og(    0P  gRecomendaes adicionais:(2X H  0޽h ? 3380___PPT10.'2p Z< 0 <(    0`1  F casa esprita: 1. A casa deve desestimular o surgimento ou a manuteno da figura conhecida como  papa-passes , evitando assim a disperso de esforos e fluidos;.(2(( H  0޽h ? 3380___PPT10.'2*[  0 {s` (    0T9: s%2. Explicar de forma pblica, sistemtica e clara os benefcios do passe e dos tipos aplicados pela casa. No temer recomendaes que direcionem pacientes a outras casas espritas ou para a medicina convencional. Reconhecer os prprios limites no desvalorizar-se e sim praticar a humildade;&(2&( &H  0޽h ? 3380___PPT10.(2QN 0 NFp(    0h@z F3. No estipular prazo para cura e nem nmero definitivo de passes. S o acompanhamento pode avaliar a concluso, a evoluo ou a mudana de um tratamento; 4. Informar ao paciente que o trabalho de passe no comea na cabine e sim na evangelizao;(2( H  0޽h ? 3380___PPT10.(20dN 0 (    0@H* 15. de boa medida antecipar crianas no atendimento por dois bons motivos: primeiro a inquietude natural da criana que acaba por irritar e incomodar as outras pessoas e por causa dos fluidos manipulados que geralmente so mais sutis e rarefeitos para aplicao em crianas se comparados aos dos adultos;2(22( 2H  0޽h ? 3380___PPT10.(20̓N 0 >6(    0O  66. Por motivo de cortesia, tambm pode-se facultar a idosos, portadores de deficincias fsicas, gestantes ou outro caso excepcional (como por exemplo algum passando mal) a oportunidade de serem atendidos em carter de preferncia.(2( H  0޽h ? 3380___PPT10.(2ЀN 0 (  J  0V  Ao paciente: 1. Ficar de olhos abertos ou fechados no mais importante que ficar em orao embora olhos fechados facilitem a concentrao;.(2 (( H  0޽h ? 3380___PPT10.(2`N 0 OG(    0P  G2. Vontade de rir, chorar, correr, respirar ofegante, debater-se ou apavorar-se so indcios de envolvimento espiritual. Normalmente recomenda-se abrir os olhos, respirar o mais natural possvel e desconcentrar-se enquanto recebe passes dispersivos;(2( H  0޽h ? 3380___PPT10.(2O 0 JB(    0e  B3. Aps o passe sensao de tontura, mal estar, deve ser informada casa para se tomar as providencias cabveis. Normalmente estes mal estares so resolvidos com aplicao de dispersivos, de preferncia pelo mesmo passista que aplicou o passe;(2( H  0޽h ? 3380___PPT10.(20o^O 0 QI@(    0?@ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ[\]^_`abcdefghijkmnopqrstuvwxyz{|}~Root EntrydO)Pictures Current UserSummaryInformation(lPowerPoint Document(YDocumentSummaryInformation8